Hoje está de facto um lindo dia :D Mas ontem quando cheguei a casa ainda estava de dia!! Ouvia os passarinhos a cantar e as crianças a brincar na rua :D Sons tipicos de bom tempo e de Verão!!
É engraçado ver as ruas da minha cidade cheias de gente com máquinas fotográficas na mão a tirar fotos a todos os cantinhos possíveis e imaginários heheh
Estou desejosa que venha o fim de semana :D A ver se vou passear a qualquer lado :D Já andei a ver na net, e a meteorologia diz que para a semana vai chover... mas enquanto dura, aproveita-se :D
É claro que hoje as escadas do metro estavam paradas... estava toda a gente a reclamar... e o caso não era para menos... fogo, não conheço ninguém que não reclame daquelas escadas imensas estarem paradas... fogo :( custa tanto subir aquela gaita... mas os seguranças do metro estavam a ver o que é que se estava a passar com elas... vamos lá ver se logo já estão a funcionar ;)
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Dia de greve...
Hoje o transito estava demais!!! Se na terça feira cheguei as 7 e 45 ao trabalho, hoje cheguei era 10 para as 9...! Estava um transito por demais... as filas para os autocarro enormes, os autocarros cheios de gente... e a esta hora ainda há greve de metro... levantei-me cedissimo... e agora estou cheia de sono, claro :( Vamos lá ver se as greves param por aqui... porque isto atrapalha a vida de mesmo mesmo muita gente!
Uma pessoa quase não está em casa, com as pessoas que mais ama... podemos agradecer aos senhores do metro... fora a poluição que tanto carro faz em Lisboa!! Estas greves não trazem nada de bom para ninguem, nem mesmo para quem faz a greve...!
Espero que as greves parem por aqui... :D
Uma pessoa quase não está em casa, com as pessoas que mais ama... podemos agradecer aos senhores do metro... fora a poluição que tanto carro faz em Lisboa!! Estas greves não trazem nada de bom para ninguem, nem mesmo para quem faz a greve...!
Espero que as greves parem por aqui... :D
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Pensamento....
Ontem foi mesmo um dia escaldante! Cheguei ao trabalho era 7 e 45 da manhã... levantei-me super cedo por causa da greve do metro... e amanhã vai ser a mesma coisa... isto dá-me cá um transtorno à vida :S Bolas...! O que vale é que os dias estão maiores e mais bonitos hehe e quando uma pessoa sai do trabalho, até sai com outro animo hehe Daqui a pouco vou-me embora para casa, estou cansadissima :( Tenho-me levantado super cedo e não tenho dormido quase nada... Para variar também apanhei um carradão de nervos por causa do carro... Mas graças a Deus já passou :D
O caminho faz-se andando e é sempre para a frente... vamos lá embora hehe
O caminho faz-se andando e é sempre para a frente... vamos lá embora hehe
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Primavera!
Hoje está um lindo dia :) Não consegui andar de bicicleta no fim de semana, mas diverti-me na mesma :D E os próximos dias (segundo diz a meteorologia hehe) vão estar óptimos! Então hoje logo pela manhã já vi as ruas de Lisboa cheias de turistas com máquinas fotográficas na mão a tirar fotos a tudo o que é canto e beira hehe A minha cidade vai ficar linda de qualquer maneira :D Também espero que o próximo fim de semana esteja bom para ir andar de bicicleta e tirar lindas fotos por este Portugal fora ehehe a ver vamos!
Mas amanhã e Quinta-Feira vão ser dias escaldantes de certeza! Vai haver greve de metro... a ver vamos...! *suspiro*
Mas amanhã e Quinta-Feira vão ser dias escaldantes de certeza! Vai haver greve de metro... a ver vamos...! *suspiro*
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Parece mentira...
Até parece mentira... hoje ia eu toda satisfeita para começar a subir as escadas do metro da Baixa-Chiado, quando não é o meu espanto que as duas escadas rolantes do meio estavam paradas (avariadas, talvez!!)... fiquei com uma vontade de voltar atrás e escrever no livro de reclamações... bolas, isto parece a anedota do Inferno Português...! Ora não há greve de metro, mas não há escadas rolantes..! Ora que uma pessoa fica sem folego de subir aquela escadaria toda :s Ia um casal com uma criança e um senhor bastante mais velho do que eu... de lingua de fora... ora se até eu já estava com os bofes de fora...!
Ai que se amanhã não estiver a chover vou andar de bicicleta!! Correr não sou capaz, acho k morria ao fim de 2 minutos a correr LOL mas andar de bicicleta consigo andar bastante até heheh
Espero que o S. Pedro ajude ;) hehe
Ai que se amanhã não estiver a chover vou andar de bicicleta!! Correr não sou capaz, acho k morria ao fim de 2 minutos a correr LOL mas andar de bicicleta consigo andar bastante até heheh
Espero que o S. Pedro ajude ;) hehe
quarta-feira, 30 de março de 2011
Mortes por AVC estão a diminuir em Portugal
As mortes por Acidente Vascular Cerebral (AVC) estão a diminuir, mas Portugal continua a ter a incidência mais alta da União Europeia. Por hora, morrem dois portugueses devido a esta doença “prevenível e tratável”, alertam especialistas.
Na véspera do Dia Nacional do Doente com AVC, o presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC) e o presidente da Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral (SPAVC) falaram sobre esta doença responsável por mais de 25 mil internamentos por ano.
“A situação tem vindo a melhorar em Portugal, mas continuamos a ter uma incidência muito alta, a mais alta da União Europeia”, disse o presidente da FPC, observando que tem “havido uma redução de cerca de um por cento ao ano, o que é muito significativo”.
Como razões para esta melhoria, Manuel Carrageta aponta o “maior controlo da hipertensão arterial, uma acção muito meritória dos médicos de família” e a redução do consumo de sal para o qual contribuiu a legislação que obrigou à diminuição deste condimento no pão, “uma medida de grande alcance na saúde pública”. “Até há pouco tempo, um em cada quatro portugueses morria de AVC. Neste momento é um em cada cinco, mas ainda é um número muito elevado”, realçou.
Para o presidente da Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral, os portugueses estão mais atentos: “Hoje as pessoas falam mais, sabem o que é o AVC e temem-no porque continua a ser a primeira causa de morte e de incapacidade em Portugal”, apesar de “haver progressos na taxa de mortalidade”. Os progressos devem-se aos esforços de alertar a população em dias como o que se assinala na quinta-feira, disse Castro Lopes.
Prevenção
“É preciso que a população saiba que ainda é uma catástrofe, mas é uma catástrofe prevenível e tratável”, adiantou o neurologista, referindo que os números da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam para que uma em cada seis pessoas tenha um AVC ao logo da vida.
Castro Lopes adiantou que, apesar de ser uma doença “prevenível”, continua a ter um “peso muito grande”: “Além da taxa de mortalidade, sabemos que ao fim do primeiro mês cerca de 20 por cento dos doentes falecem e ao fim de um ano 30 por cento dos sobreviventes ainda podem morrer”.
Por outro lado, acrescentou, cerca de metade dos que sofrem um AVC ficam com alguma incapacidade para as actividades da vida diária. E a recuperação destes doentes tem de ser assegurada: “A recuperação não é uma esmola que se dê a um doente, é um direito que o doente tem para toda a vida”. Castro Lopes salientou que “hábitos de vida modificados contribuem extraordinariamente para prevenir um AVC e não custa nada ao Estado e aos doentes”.
Os especialistas alertam ainda para os riscos que uma crise pode ter no desencadeamento de um AVC. “O AVC acontece muitas vezes em situações de preocupação com a vida diária, como um choque emocional ou uma preocupação grande familiar”, disse Castro Lopes, acrescentando que “uma vida económica equilibrada é muito importante para uma boa sanidade mental”. Manuel Carrageta partilha da mesma opinião: “A crise influencia porque as pessoas andam preocupadas e isso desencadeia mecanismos que conduzem à subida da tensão arterial e a maior frequência cardíaca”, os grandes responsáveis pelos AVC.
Na véspera do Dia Nacional do Doente com AVC, o presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia (FPC) e o presidente da Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral (SPAVC) falaram sobre esta doença responsável por mais de 25 mil internamentos por ano.
“A situação tem vindo a melhorar em Portugal, mas continuamos a ter uma incidência muito alta, a mais alta da União Europeia”, disse o presidente da FPC, observando que tem “havido uma redução de cerca de um por cento ao ano, o que é muito significativo”.
Como razões para esta melhoria, Manuel Carrageta aponta o “maior controlo da hipertensão arterial, uma acção muito meritória dos médicos de família” e a redução do consumo de sal para o qual contribuiu a legislação que obrigou à diminuição deste condimento no pão, “uma medida de grande alcance na saúde pública”. “Até há pouco tempo, um em cada quatro portugueses morria de AVC. Neste momento é um em cada cinco, mas ainda é um número muito elevado”, realçou.
Para o presidente da Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral, os portugueses estão mais atentos: “Hoje as pessoas falam mais, sabem o que é o AVC e temem-no porque continua a ser a primeira causa de morte e de incapacidade em Portugal”, apesar de “haver progressos na taxa de mortalidade”. Os progressos devem-se aos esforços de alertar a população em dias como o que se assinala na quinta-feira, disse Castro Lopes.
Prevenção
“É preciso que a população saiba que ainda é uma catástrofe, mas é uma catástrofe prevenível e tratável”, adiantou o neurologista, referindo que os números da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam para que uma em cada seis pessoas tenha um AVC ao logo da vida.
Castro Lopes adiantou que, apesar de ser uma doença “prevenível”, continua a ter um “peso muito grande”: “Além da taxa de mortalidade, sabemos que ao fim do primeiro mês cerca de 20 por cento dos doentes falecem e ao fim de um ano 30 por cento dos sobreviventes ainda podem morrer”.
Por outro lado, acrescentou, cerca de metade dos que sofrem um AVC ficam com alguma incapacidade para as actividades da vida diária. E a recuperação destes doentes tem de ser assegurada: “A recuperação não é uma esmola que se dê a um doente, é um direito que o doente tem para toda a vida”. Castro Lopes salientou que “hábitos de vida modificados contribuem extraordinariamente para prevenir um AVC e não custa nada ao Estado e aos doentes”.
Os especialistas alertam ainda para os riscos que uma crise pode ter no desencadeamento de um AVC. “O AVC acontece muitas vezes em situações de preocupação com a vida diária, como um choque emocional ou uma preocupação grande familiar”, disse Castro Lopes, acrescentando que “uma vida económica equilibrada é muito importante para uma boa sanidade mental”. Manuel Carrageta partilha da mesma opinião: “A crise influencia porque as pessoas andam preocupadas e isso desencadeia mecanismos que conduzem à subida da tensão arterial e a maior frequência cardíaca”, os grandes responsáveis pelos AVC.
O dia seguinte...
Ontem deitei-me na cama e agarrei-me ao braço do meu Pipito! Pensei que há um ano atrás não tinha ninguém por perto a quem me agarrar... acho que nem tinha consciencia do que me estava a acontecer... aliás, não acho, tenho a certeza...! Na verdade, hoje estou bem longe daquele sitio... e estou bem melhor, graças a Deus! Hoje, passado um ano, posso dizer que estou recuperada, já cabo dentro da minha roupa, coisa que não aconteceu durante muito tempo, já não tenho mais dores de cabeça como tinha, já ando mais rápido sem me dar cansaço ou dores de cabeça!! Tive as pessoas que mais me amam na vida ao meu lado, preocupados como eu não consigo imaginar... e eu, nem tinha noção de nada... mas Deus foi meu amigo :D E hoje estou aqui para poder contar na primeira pessoa que estou viva :D e de boa saúde :D E à espera do Verão para ir andar de bicla hehehe
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